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Telescópio Hubble 3 será criado para analisar exoplanetas habitáveis

Telescópio Hubble 3 será criado para analisar exoplanetas habitáveis 
 Sistema deve ser capaz de analisar superfícies e atmosferas de planetas distantes até 200 anos-luz da Terra.
 
Um dos principais telescópios de exploração espacial da NASA é o James Webb Space Telescope (também conhecido como Hubble 2.0), que só vai ser lançado em 2013. Apesar de haver a previsão para ótimos resultados nos 10 anos em que o sistema ficará em funcionamento, já existem planos para a criação de uma versão ainda mais poderosa.
Estamos falando do ATLAST (Advanced Technology Large-Aperture Space Telescope), que também pode ser chamado de Hubble 3.0. O nome foi escolhido devido à grande abertura das lentes utilizadas, que devem permitir a captura de imagens e análise de exoplanetas em distâncias muito maiores – fala-se em 200 anos-luz.
Para isso, o ATLAST terá um espelho de 16 metros utilizado em sua lente – quase dez metros maior do que o instalado no James Webb. Além disso, a resolução angular do sistema de captura pode garantir até 10 vezes mais qualidade que a atual geração – e 2 mil vezes mais do que o primeiro Hubble oferecia para a NASA.

 Telescópio Hubble 3 será criado para analisar exoplanetas habitáveis

Exoplanetas

No título desta notícia, dissemos que a NASA pretende analisar a atmosfera e a superfície de exoplanetas habitáveis. Mas o que isso significa? A Agência Espacial Norte-Americana quer descobrir se é possível encontrar vida – ou saber se já existiu vida – em planetas que orbitam estrelas que não sejam o sol. Ou seja, o foco do projeto é conhecer outros sistemas planetários.
Com a potência do novo telescópio espacial, a NASA pretende analisar espectros em busca de qualquer sinal de vida extraterrestre – não necessariamente humanoides em civilizações, mas qualquer manifestação animal, vegetal ou mesmo de bactérias. A previsão é que o ATLAST  seja lançado entre 2025 e 2035, ficando até 20 anos em atividade.
 
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Solo lunar contém subestrutura de água


O solo lunar não é seco! 
Pesquisadores norte-americanos descobriram que o solo que cobre a Lua contém subestruturas de água. A estrutura encontrada foi a hidroxila (OH), que consiste em um átomo de hidrogênio e um de oxigênio (diferente dos dois átomos de hidrogênio presentes na molécula de água). A descoberta foi anunciada por cientistas da Universidade do Tennessee, Universidade do Michigan e do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A teoria é que ela tenha sido criada a partir da corrente constante de partículas vindas do Sol na direção do satélite. Já há cinco anos os cientistas sabiam que a visão de que o solo lunar era seco era errônea, visto que inclusive amostras coletadas pela missão Apollo apresentaram gotas de água congeladas após análise.
Em 2009, a NASA realizou uma colisão de um satélite de observação contra uma cratera no lado oculto da lua, o que resultou na dispersão desse material no espaço. As observações do conteúdo revelaram que ele era rico em pedras de gelo, mas, na ocasião, os pesquisadores não tinham certeza da origem dessa fonte de água.
Grão lunar 
No estudo atual, os cientistas concluíram que partículas de hidrogênio (positivamente carregadas) vindas de ventos solares (que consistem em uma corrente de partículas soltas da atmosfera solar) combinadas com oxigênio na superfície lunar formaram a hidroxila encontrada. De acordo com os cientistas, o solo da Lua contém uma “reserva abundante e não prevista” de hidroxila, água com poeira e rochas quebradas, entre outros materiais.
Porém, ainda de acordo com o professor Youxue Zhang, “o trabalho revela que o componente ‘água’ encontrado trata-se somente de hidroxila, e não de água na forma líquida ou de pedras de gelo, que poderia ser utilizado em uma futura base lunar”. O estudo também indica que pode haver água em Mercúrio e em outros asteroides do Sistema Solar, como o Vesta ou o Eros.
Embora o planeta Terra também seja afetado pelos ventos solares, o campo magnético que o envolve simplesmente os reflete. Isso não acontece na Lua, por exemplo, pois ela não possui tal proteção.
Fonte: UPI e Tecmundo


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Polaris


Polaris: conheça o primeiro robô perfurador lunar
O veículo que você confere na foto acima é o primeiro rover movido a energia solar capaz de perfurar gelo na superfície lunar. O equipamento foi criado por uma companhia chamada Astrobotic, nascida na Universidade Carnegie Mellon, e, ao menos por enquanto, ainda está na fase de protótipo.
A equipe que desenvolve o projeto espera ganhar os US$ 30 milhões que serão oferecidos pelos Google Lunar X Prize, projeto que tem como objetivo estimular os construtores a desenvolverem robôs que possam ser enviados à Lua.
A proposta do equipamento é que ele seja capaz de perfurar até 100 buracos em 10 dias, em busca de depósitos de água. A proposta é explorar vales e cavernas frias, analisando materiais e emitindo sinais acerca de suas descobertas.
Fonte: Tecmundo

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Apollo 17


Insígnia da missão
Apollo 17 foi a sexta e última missão tripulada do Projeto Apollo à Lua, realizada em dezembro de 1972. Foi a única missão que contou com um geólogo profissional em sua tripulação, a missão que mais tempo permaneceu na superfície lunar, o primeiro lançamento noturno de uma missão tripulada norte-americana e a última viagem espacial tripulada realizada por qualquer país para além da órbita terrestre.
Fonte:Wikipedia
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Nebulosa Hélice


Foto: Toda Intrigante Estrutura da Nebulosa Hélice É Revelada.

Uma estrela moribunda ejeta uma grande protuberância cósmica, como pode ser visto na imagem abaixo, que na verdade foi feita a partir de uma combinação de imagens obtidas pelos satélites da NASA Spitzer e GALEX e que foram processadas e integradas no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena. Na morte, as camadas externas e empoeiradas da estrela são reveladas no espaço exterior, brilhando com uma intensa radiação ultravioleta emitida pelo quente núcleo estelar do objeto.

Esse objeto, chamado de Nebulosa da Hélice, localiza-se a 650 anos-luz de distância, na direção da constelação de Aquarius. Também conhecido como seu número de catálogo, ou seja, NGC 7293, esse é um típico exemplo de uma classe de objetos que recebe o interessante nome de nebulosas planetárias. Descoberto no século 18, esse verdadeiro trabalho de arte cósmico, recebeu esse nome intrigante, pois lembrava a aparência dos planetas gigantes gasosos quando eram observados através dos telescópios da época.

As nebulosas planetárias são na verdade a parte remanescente das estrelas que são parecidas com o Sol. Essas estrelas gastam grande parte de suas vidas queimando hidrogênio e transformando em hélio através de massivas reações nucleares que ocorrem em seus núcleos. De fato, esse processo de fusão fornece toda a luz e calor que nós recebemos do nosso Sol. O nosso Sol irá se transformar numa nebulosa planetária quando morrer daqui a aproximadamente cinco bilhões de anos.

Quando o combustível hidrogênio para as reações de fusão acaba, a estrela começa a queimar hélio, até que ele acabe também e a partir daí ela começa a queimar elementos cada vez mais pesados numa mistura de carbono, nitrogênio e oxigênio. Eventualmente, o hélio também irá se exaurir por completo e a estrela morre, ejetando suas camadas externas gasosas e deixando para trás um núcleo, quente, pequeno e denso, chamado de anã branca. A anã branca é uma estrela que tem o tamanho aproximado da Terra, mas com uma massa próxima da estrala original, de fato, para termos uma noção, uma pequena colher de material de uma anã branca pode ter o peso de alguns elefantes.

O brilho de uma nebulosa planetária é particularmente intrigante já que ele aparece de forma surpreendentemente similar em todas as faixas do espectro, desde o ultravioleta até o infravermelho. A Nebulosa da Hélice pode ser reconhecida em qualquer um desses comprimentos de onda, mas quando esses são combinados, como é apresentado na imagem acima, algumas súbitas diferenças podem ser destacadas.

Leia o restante: http://cienctec.com.br/wordpress/index.php/toda-intrigante-estrutura-da-nebulosa-helice-e-revelada/
Toda Intrigante Estrutura da Nebulosa Hélice É Revelada.

Uma estrela moribunda ejeta uma grande protuberância cósmica, como pode ser visto na imagem abaixo, que na verdade foi feita a partir de uma combinação de imagens obtidas pelos satél
ites da NASA Spitzer e GALEX e que foram processadas e integradas no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena. Na morte, as camadas externas e empoeiradas da estrela são reveladas no espaço exterior, brilhando com uma intensa radiação ultravioleta emitida pelo quente núcleo estelar do objeto.

Esse objeto, chamado de Nebulosa da Hélice, localiza-se a 650 anos-luz de distância, na direção da constelação de Aquarius. Também conhecido como seu número de catálogo, ou seja, NGC 7293, esse é um típico exemplo de uma classe de objetos que recebe o interessante nome de nebulosas planetárias. Descoberto no século 18, esse verdadeiro trabalho de arte cósmico, recebeu esse nome intrigante, pois lembrava a aparência dos planetas gigantes gasosos quando eram observados através dos telescópios da época.

As nebulosas planetárias são na verdade a parte remanescente das estrelas que são parecidas com o Sol. Essas estrelas gastam grande parte de suas vidas queimando hidrogênio e transformando em hélio através de massivas reações nucleares que ocorrem em seus núcleos. De fato, esse processo de fusão fornece toda a luz e calor que nós recebemos do nosso Sol. O nosso Sol irá se transformar numa nebulosa planetária quando morrer daqui a aproximadamente cinco bilhões de anos.

Quando o combustível hidrogênio para as reações de fusão acaba, a estrela começa a queimar hélio, até que ele acabe também e a partir daí ela começa a queimar elementos cada vez mais pesados numa mistura de carbono, nitrogênio e oxigênio. Eventualmente, o hélio também irá se exaurir por completo e a estrela morre, ejetando suas camadas externas gasosas e deixando para trás um núcleo, quente, pequeno e denso, chamado de anã branca. A anã branca é uma estrela que tem o tamanho aproximado da Terra, mas com uma massa próxima da estrala original, de fato, para termos uma noção, uma pequena colher de material de uma anã branca pode ter o peso de alguns elefantes.

O brilho de uma nebulosa planetária é particularmente intrigante já que ele aparece de forma surpreendentemente similar em todas as faixas do espectro, desde o ultravioleta até o infravermelho. A Nebulosa da Hélice pode ser reconhecida em qualquer um desses comprimentos de onda, mas quando esses são combinados, como é apresentado na imagem acima, algumas súbitas diferenças podem ser destacadas.


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Buraco Negro

Buraco-negro-no-centro-da-Via
Após 16 anos de estudos, astrônomos alemães, juntamente com pesquisadores do Instituto Max-Planck para Física Extraterrestre, confirmaram que há um enorme buraco negro no centro da Via Láctea, galáxia onde fica a Terra.
O release do estudo, publicado na página do Max-Plank, conta que os especialistas rastrearam, por 16 anos, o movimento de 28 estrelas que circulam no centro da galáxia e conseguiram até medir a massa do buraco negro.
As órbitas estelares no centro da galáxia mostram que a concentração central de massa de 4 milhões de massas solares é um buraco negro, acima de qualquer dúvida.
Os buracos negros são objetos cuja gravidade é tão forte que sequer a luz lhes consegue escapar, por isto, são vistos como objetos extremamente perigosos de se lidar.
Embora os estudos lhes ratifiquem o poder destrutivo, absolvem-lhes pelo poder criativo: o cientista Robert Massy, da Sociedade Real Astronômica, confirma que as galáxias se formam em volta de buracos negros gigantescos e sem eles, dificilmente haveria concentração de massa suficiente para tal formação.
Não se assuste, todavia, com a comprovação do evento. Os pesquisadores do Max-Planck também calcularam a distância do centro da Via Láctea, onde está o buraco negro, para a Terra, e chegaram à grandeza de 27 mil anos-luz: não há probabilidade científica de a Terra cair nele.

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Cientistas descobrem nova estrela orbitando um buraco negro no centro da Via Láctea

Astrônomos da UCLA descobriram, no centro da Via Láctea, uma estrela que orbita um imenso buraco negro. Ela passa tão perto que sua órbita é de apenas 11 anos e meio, sendo a mais curta já descoberta até hoje.
Esse fenômeno é extremamente importante para a ciência, pois através dele os físicos terão a oportunidade de investigar mais a teoria da relatividade de Einstein, que diz que objetos com muita massa podem distorcer o tecido do espaço-tempo.
A nova estrela chama-se S0-102 e agora detém o título de estrela mais veloz a circundar um buraco negro. Antes dela, a estrela mais veloz era a S0-2, que possui uma órbita de 16 anos. A descoberta de uma segunda estrela com uma órbita curta é muito importante para os cientistas, pois, através disso, será possível comparar os estudos para encontrar resultados muito mais precisos.
A vantagem de se observar essas estrelas em volta do buraco negro pode oferecer aos pesquisadores uma forma muito mais eficiente de mensurar os efeitos da gravidade no espaço, uma vez que o buraco negro é cerca de 4 milhões de vezes mais pesado que o nosso sol.
Como as duas estrelas devem completar suas órbitas em breve, até o final da década teremos informações importantíssimas sobre a teoria da relatividade. Os cientistas ainda estão céticos sobre o que podem descobrir, no entanto, sempre existe a chance de algo surpreendente acontecer.

Cientistas descobrem nova estrela orbitando um buraco negro no centro da Via Láctea 
fonte: http://www.tecmundo.com.br
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Como será o fim do mundo?


Como será que nosso planeta ou mesmo a humanidade vai encontrar seu fim? Será um apocalipse zumbi, a explosão do Sol ou seremos acertados por raios gamas vindos do espaço sideral? Ainda não sabemos, porém é certo que um dia nosso planeta vai ter seu fim e talvez junto com ele a extinção da nossa espécie. Por isso vamos falar nessa nova série sobre os possíveis finais de nossa história:

Raios gama

Coletânea - RAIOS GAMA - Autres Dimensions
Parece até coisa de filme de ficção, mas os raios gama realmente existem e poderiam sim acabar com a vida na terra caso a humanidade seja azarada.
Os raios gamas, que são uma forma de luz capaz de carregar quantidades enormes de energia, podem com seu poder destruir diversas coisas. Uma pessoa que ficasse exposta muito tempo, teria dores, mutações em todos os órgãos e partes do corpo, por fim morreria e não viraria o Hulk como nos quadrinhos.
raios-gama
Esse tipo de radiação não é muito comum, mas aparece quando uma supernova explode, ou seja, quando uma estrela morre, ela entra em colapso e cria uma gigantesca explosão, que no meio de tudo libera raios gamas em quantidades enormes. Caso uma dessas estrelas morresse perto da Terra e raios gamas viessem a acertar nosso planeta, a vida aqui acabaria em pouco tempo.
Primeiros nós morreríamos devido a radiação e incêndios em todos os cantos do planeta, a atmosfera seria totalmente mudada e em menos de uma semana não haveria mais nenhum tipo de vida no planeta, destruídos pela mutação ou pelas mudanças de ambiente.
get
Felizmente a probabilidade de isso acontecer é pequena, mas se ocorrer nós morreríamos sem nem mesmo saber o que nos atingiu.

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Curiosity se prepara para o seu primeiro teste de química


Curiosity se prepara para o seu primeiro teste de química 
A sonda Curiosity está a caminho de um importante destino: trata-se de um local chamado Gleneleg, localizado a apenas 100 metros de onde ela se encontra atualmente. Nos próximos dias, a sonda deve iniciar os testes com o seu laboratório de química para poder analisar os materiais que vai recolher daqui pra frente.
A Curiosity possui um braço mecânico que pode recolher amostras da superfície de Marte para depois depositar tudo em um compartimento em seu interior. A partir dali, esse material pode ser analisado.
A ideia é executar uma série de testes com o que for recolhido para verificar se todos os instrumentos da sonda estão funcionando adequadamente; mas esse processo pode demorar um pouco, até mesmo algumas semanas. Até lá, a sonda deve permanecer no local onde está.
A Curiosity está em Marte procurando por evidências de vida no planeta e encontrou recentemente o que pode ser o antigo leito de um rio. Essa semana a sonda fez um check-in na rede social Foursqare, sendo este o primeiro do gênero feito em outro planeta.

Fonte: NASA e Tecmundo




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Holandeses pretendem povoar Marte a partir de 2023

De acordo com uma notícia publicada pelo site Mashable, a empresa holandesa Mars One pretende estabelecer a primeira colônia humana em Marte no ano de 2023. Para isso, a companhia deverá construir uma estrutura que servirá como base de apoio e residência para quatro astronautas, enviados para viver e trabalhar no Planeta Vermelho pelo resto de suas vidas.
Depois que os quatro primeiros humanos tenham fixado residência em Marte, a Mars One pretende enviar mais colonizadores — um casal a cada dois anos —, para que o desenvolvimento de uma comunidade real seja viável, com possibilidade de se estabelecer e crescer no espaço.

Holandeses pretendem povoar Marte a partir de 2023
Projeto utópico prevê o início da colonização do Planeta Vermelho dentro de 11 anos.
 
Colônia Marciana

Para tanto, a empresa desenvolveu um plano técnico dividido em fases. A primeira delas, prevista para ser colocada em prática dentro de quatro anos, deve enviar um satélite de comunicações a Marte. Depois de dois anos, em 2018, a empresa espera ter coletado informações suficientes para determinar a melhor localização para estabelecer a colônia.
A terceira fase, prevista para 2020, visa o envio da infraestrutura necessária, como geradores de oxigênio e placas solares e, no final de 2022, a fase final deverá enviar os quatro astronautas responsáveis por iniciar a colonização do planeta.
Ainda não está muito claro como o fundador da Mars One, Bas Lansdorp, espera financiar o utópico projeto. Contudo, aparentemente, ele deseja criar um espetáculo de mídia envolvendo o processo de colonização.
 fonte: http://www.tecmundo.com.br
 

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Via Láctea pode ter bilhões de planetas habitáveis

Ao contrário do que muita gente pensa, a Terra não é o único planeta que possui condições de abrigar seres vivos. Pelo menos é isso que muitos astrônomos estão afirmando após analisar uma região da Via Láctea conhecida como Goldilocks. Segundo os estudos, há pelo menos 10 bilhões de estrelas que poderiam ter planetas orbitando em sua volta – todas indo muito além dos limites do Sistema Solar.
Segundo relatado pelo Daily Mail, grande parte desses planetas pode ter temperaturas razoáveis – não muito altas nem muito baixas – para permitir a presença de água líquida e abrigar seres vivos. Mesmo assim, pesquisadores britânicos na Universidade de Saint Andrews dizem que ainda não é possível afirmar qual a densidade ou o tamanho desses planetas, devido à distância da Terra.
Mas é necessário deixar muito claro: mesmo com condições climáticas e possibilidade de água líquida, são remotas as chances de existir vida com a evolução similar à presente na Terra. Por essa razão, dificilmente seriam encontradas formas de vida humana nos planetas que estão além do Sistema Solar.

Via Láctea pode ter bilhões de planetas habitáveis 
( Região de Goldilocks)
Astrônomos afirmam que muitos planetas possuem condições para garantir a sobrevivência de seres vivos.
 fonte: tecmundo
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Há vida em Vênus?

Um cientista russo afirma ter encontrado vida em Vênus, o segundo planeta na escala do Sistema Solar e o mais quente entre aqueles que orbitam o Sol. Leonid Ksanfomaliti, do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Rússia, reanalisou fotos tiradas em 1982 pela sonda Venus-13 para fazer essa constatação.
Ksanfomaliti disse que as imagens mostraram um corpo com formato de escorpião, composto por um disco e uma “borda negra”, que, segundo ele, moveu-se, como mostram as imagens registradas pela sonda. As informações foram publicadas no jornal russo Solar System Research e reportadas pela versão online do jornal britânico Daily Mail.
Segundo o cientista, autor de diversos livros publicados na área, os supostos seres registrados pela Venus-13 “emergem, flutuam e desaparecem” e contam com características morfológicas que permitem dizer que eles estão vivos.

Há vida em Vênus, segundo cientista russo 
Forma de vida em formato de escorpião, segundo o cientista Leonid Ksanfomaliti
Até agora, não há registros de vida em Vênus. A superfície do planeta pode chegar a uma temperatura de 464 graus celsius, o que elimina boa parte das chances de isso acontecer. Apesar de sua similaridade com a Terra em tamanho e estrutura, o planeta conta com uma atmosfera tóxica que retém o calor em um efeito estufa constante.
Os cientistas não descartam a possibilidade de existir vida em Vênus, mas a maioria das pesquisas sobre o planeta se concentra nessa hipótese de existência apenas em um passado distante, antes do efeito estufa criado pelas altas temperaturas que existem hoje.
De acordo com o professor Andrew Ingersoll, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Terra e Vênus podem ter começado da mesma forma há milhares de anos. Ele não rejeita a possibilidade da Terra ter possuído a atmosfera igual a de Vênus, com dióxido de carbono, e nem de Vênus ter possuído água.

Missão americana

A Agência Espacial Americana enviou a sonda Magalhães em 1989, sete anos depois de a sonda russa ter visitado o planeta. A NASA conseguiu imagens muito mais detalhadas da superfície e não encontrou seres vivos nos registros enviados pelo aparelho.
A Magalhães mapeou 84% da superfície de Vênus com resolução 10 vezes melhor do que a da missão russa, valor que subiu para 98% no rastreamento feito em 1992.

fonte: tecmundo
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Barco irá navegar em lago da lua Titã, a maior de Saturno

A ideia do projeto Titan Lake In-situ Sampling Propelled Explorer (TALISE) é que a embarcação navegue no Ligeia Mare, um dos principais lagos do satélite, e envie para a Terra detalhes sobre o sistema de mares, lagos e rios que existe no hemisfério norte do satélite. Mas atenção: o que existe em Titã não é água, e sim hidrocarbonetos em estado líquido.
Para garantir que TALISE navegue com sucesso pelo lago de Titã, seu sistema de propulsão irá contar com remos e rodas e que serão os responsáveis por movimentar a sonda tanto em ambiente líquido quanto na superfície firme.
Titã
Entre as 53 luas conhecidas que orbitam Saturno, a Titã é a que mais se parece com a Terra. Primeiro por ter um tamanho próximo ao do nosso planeta e, segundo, justamente por contar com essa curiosa rede de fluxo de líquidos, cuja existência foi identificada pela missão Cassini-Huygens, da NASA.
Mas o satélite natural é alvo de interesse da ciência também por conta do seu ambiente. Apesar de ter uma temperatura ambiente fria demais para comportar vida, sua atmosfera é rica em nitrogênio, compostos orgânicos e cianeto de nitrogênio. Cientistas acreditam que tais substâncias tiveram papéis essenciais na formação da vida na Terra. 

Imagem de Saturno e a lua Thetys 
 Saturno: missão da NASA foi a responsável por identificar a existência de lagos, mares e rios de hidrocarbonetos líquidos no hemisfério norte da lua Titã 

Fonte:http://exame.abril.com.br

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Nova foto de Saturno


NASA revela belíssima imagem de Saturno e seus anéis 
A imagem acima, capturada pela sonda espacial Cassini, da NASA, mostra toda a beleza de um dos planetas mais icônicos do nosso sistema solar: Saturno. De acordo com a agência norte-americana, a foto foi tomada a partir de um ângulo de 14 graus, mostrando a face sul do astro com seus anéis dispostos na diagonal.
Como você pode ver na foto, os famosos anéis de Saturno lançam belas sombras sobre o seu Hemisfério Sul. A lua Enceladus — uma das 60 que orbitam ao redor do planeta e que os cientistas acreditam oferecer condições favoráveis à vida — aparece também, na forma de um minúsculo pontinho brilhante no canto inferior esquerdo da imagem.
A Cassini registrou a fotografia através de uma lente grande angular, utilizando um filtro espectral sensível às frequências de luz próximas ao infravermelho e a uma distância de quase 3 milhões de quilômetros. Incrível, não é mesmo?
Fonte: NASA


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Quanto você pesaria em outro planeta?



Para saber a resposta, é importante fazer algumas diferenciações sobre termos físicos. Peso e massa, apesar de serem usados rotineiramente com os mesmos significados, são conceitos diferentes.Se você é um fã de ficção científica, um entusiasta do espaço ou já assistiu algum filme com astronautas saltitando pela superfície da lua, você já deve ter se perguntado qual seria o seu peso em outros planetas do sistema solar. Afinal, não custa sonhar com um passeio pela lua ou uma visita a um planeta longínquo, não é mesmo?
Peso é a força que a gravidade exerce sobre um corpo devido à sua massa. É essa força que atrai os corpos para a superfície da Terra. A massa, por sua vez, é a quantidade de matéria de um corpo.
A massa se mantém constante em todo o universo, enquanto o peso varia de planeta para planeta, dependendo da força gravitacional.
O tamanho de um planeta tem um maior impacto relativo na sua gravidade – e do peso em sua superfície – do que a sua própria massa. O planeta com maior massa no sistema solar, Júpiter, tem 316 vezes a massa da Terra. Mas isso não significa que lá você pesará 316 vezes mais. Isso porque, como o raio de Júpiter é cerca de 11 vezes maior do que o da Terra, sua força gravitacional cai para 1/112 em sua superfície.
Como peso = massa x gravidade, multiplicando a sua massa na Terra pelos números a seguir, é possível descobrir qual seria seu peso na superfície de cada planeta:
Mercúrio: 0,38
Vênus: 0,91
Terra: 1,00
Marte: 0,38
Júpiter: 2,34
Saturno: 1,06
Urano: 0,92
Netuno: 1,19
Plutão: 0,06
Por exemplo, se uma pessoa pesa 68 quilos na Terra, ela teria 159 quilos em Júpiter, 26 quilos em Marte e menos de 9 quilos no pequeno Plutão. Se você estiver se sentindo pesado, essa é uma forma de sentir leve sem regimes! Pelo menos na imaginação.
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Apollo 11


Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e primeira a realizar uma alunagem, no dia 20 de Julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu a meta proposta pelo Presidente John F. Kennedy, quando em 1962 perante o Congresso dos Estados Unidos afirmou: "[...] Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta de colocar um homem na Lua antes do final da década (1970) e traze-lo de volta à Terraem segurança".[2]
Composta pelo módulo de comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo 11, com seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 UTC de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V, sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas de caminhadaArmstrong e Aldrin na Lua.





Fonte:Wikipedia
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Grande Mancha Vermelha de Júpiter.


Júpiter é um gigante gasoso com uma atmosfera de tempestade. A Grande Mancha Vermelha de Júpiter é uma tempestade anticiclônica persistente, 22 ° ao sul do equador de Júpiter. Esta tempestade em curso é conhecida por ter existido desde 1831. Alguns astrônomos acreditam que a tempestade já existia desde 1665!

A tempestade gira em sentido anti-horário, e completa uma rotação em cerca de seis dias terrestres. A velocidade do vento ao redor da borda da mancha atinge432 quilômetros por hora.

A mancha é suficientemente grande para conter dois ou três planetas do tamanho da Terra. As dimensões deste local são ou 40.000 quilômetros leste-oeste e 14.000 quilômetros de norte a sul.
Fonte: NASA
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Nova super terras recém-descoberta pode ter vida




Um estudo feito pela Universidade Joseph Fourier em Grenoble (França) descobriu uma super Terra, um exoplaneta chamado Gliese 163c, que se encontra na borda da “zona habitável” de sua estrela (distância necessária de seu “sol” para que possa existir água líquida), entrando para o “top 5” de exoplanetas conhecidos até agora que deve conter vida.
Uma equipe internacional de astrônomos estudou cerca de 400 estrelas anãs vermelhas com o telescópio HARPS no Observatório Europeu do Sul no Chile.
Foi assim que eles identificaram Gliese 163c, planeta com uma massa de 6,9 vezes a da Terra e um período orbital de 26 dias. Sua estrela “mãe” é uma anã vermelha, que fica a 49 anos-luz de distância na constelação de Dorado, a Gliese 163.
Além de Gliese 163c, mais um planeta alienígena orbita a estrela. A equipe descobriu indícios de um terceiro planeta, ainda não confirmado.
Segundo o pesquisador Xavier Bonfils, há uma grande variedade de estruturas e composições que permitem que Gliese 163c seja um planeta habitável, mas também existem várias combinações possíveis para cenários inabitáveis.
No momento, pouca coisa pode ser sugerida sobre o planeta. Ele pode ser rochoso, ou pode ser um gigante gasoso. “Planetas com essa massa podem ser terrestres, aquáticos ou parecidos com Netuno”, diz Bonfils.
Gliese 163c também pode ter um tamanho compreendido entre 1,8 e 2,4 raios terrestres, dependendo se for composto principalmente de rocha ou de água, respectivamente. Ele recebe em média 40% a mais de luz de sua estrela mãe do que a Terra do sol, tornando-o mais quente. No entanto, é mais escuro que a Terra por conta da órbita.
Bonfils apontou que há uma chance de cerca de 2% que Gliese 163c passe entre sua estrela e o nosso sol a partir da perspectiva da Terra. Se assim for, os cientistas podem ser capazes de colher mais informações sobre o planeta.

Top 5

O Laboratório de Habitabilidade Planetária (PHL, na sigla em inglês), da Universidade de Porto Rico em Arecibo mantém um catálogo dos mundos alienígenas (fora do nosso sistema solar) que considera bons candidatos a abrigar vida. O recém-descoberto Gliese 163c ocupa o quinto lugar dessa lista.
Dos seis planetas na lista, quatro foram encontrados no ano passado: Kepler-22b, Gliese 667Cc, HD 85512b e, claro, o Gliese 163c.
“A maioria destes planetas estão relativamente perto, por isso podemos esperar encontrar melhores candidatos ainda mais perto conforme nossa sensibilidade tecnológica melhorar”, disse Abel Mendez, do PHL.
Para classificar os planetas como habitáveis, Mendez e seus colegas os comparam com o único planeta conhecido que abriga vida: a Terra. A comparação inclui massa, diâmetro e temperatura, porém, alguns desses itens são difíceis de medir.
A temperatura de planetas alienígenas, por exemplo, é difícil de estimar porque é fortemente influenciada pelas características atmosféricas, sobre as quais os cientistas não sabem muito ainda – para tanto, precisam de melhores telescópios.
Gliese 163c, por exemplo, pode ter um oceano agradável com uma atmosfera 10 vezes mais densa que a da Terra, com um céu rosa, coberto de nuvens. Nesse cenário possível, o planeta teria 60 graus Celsius, temperatura muito quente para a existência prolongada de plantas ou animais complexos, mas que alguns micróbios poderiam tolerar. Também é possível que Gliese 163c seja muito quente para qualquer forma de vida.
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Plutão


   No início do século XX, foi descoberto o nono planeta do Sistema Solar: Plutão. Mas a 26ª assembleia geral da Associação Astronômica Internacional, em que se reuniram mais de dois mil astrônomos, pôs um ponto final na história. Plutão passou a ser um planetoide, junto com Ceres e Xena, que alguns cientistas pretendiam elevar ao status de planeta.
   Xena, que é maior que Plutão, ocuparia a décima posição no nosso sistema, enquanto Ceres fica entre Marte e Júpiter. Os dois, também considerados planetas anões, situam-se em cinturões de asteroides. Estima-se que haja de centenas de planetas anões.
Plutão é um planeta ou não?
   O principal argumento para o rebaixamento de Plutão não foi a sua massa (que é menor do que a nossa Lua), mas a órbita que descreve em torno do Sol. Para ser considerado planeta, o astro deve ser a principal massa em sua trajetória, e a órbita de Plutão intercepta a de Netuno, que é muito maior. Portanto, Plutão está na faixa de Netuno.
   Pela definição da UAI, um planeta é um corpo celeste que gira em torno de uma estrela, com massa suficiente para atrair toda matéria que tenha existido em sua órbita e que tenha assumido equilíbrio hidrostático (forma quase esférica). Plutão não “limpou” a sua órbita. Alguns astrônomos criticam esta definição, porque a Terra sempre encontra asteroides na sua trajetória.
   Plutão foi descoberto em 1930 e sempre foi um enigma para os astrônomos. Pequeno, denso e rochoso, como os planetas internos (de Mercúrio a Marte), o planetoide parece ter se formado noutro ponto do universo e posteriormente atraído pelo Sol, já que ele não apresenta a estrutura gasosa comum aos planetas externos (de Júpiter e Netuno).
   A órbita de Plutão é irregular. Enquanto os oito planetas orbitam numa trajetória quase horizontal ao Sol, Plutão apresenta uma inclinação de 17°. Por fim, Caronte, uma de suas luas, tem cerca de metade da sua massa, o que determina um sistema binário. A outra lua é Cérbero, apenas um rochedo.
Na mitologia Greco-romana, Plutão é o deus do inferno (ele não é ruim, apenas guarda o reino subterrâneo, que lhe coube na partilha com os irmãos Júpiter, que ficou com o céu, e Netuno, que ficou com os mares). Com exceção dos grandes heróis, todos os mortos iam para o inferno, que reunia lugares aprazíveis e outros de castigo. Caronte é o barqueiro que atravessa as almas pelo rio Estige, que isola o reino das profundezas, e Cérbero é um cão de três cabeças que guardava o portão, mas foi caçado por Hércules.


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Satélite Natural de Júpiter

Lo-Io é uma das quatro luas de Júpiter, o planeta mais próximo.Seu nome deriva da mitologia grega, Io era uma conquista no amor com Zeus perseguido pela esposa deste, Hera, ela era sacerdotisa. Io é especialmente conhecido pela sua actividade vulcânica, como se observa na Terra, Triton, e Enceladus. 
A energia necessária para esta atividade é provavelmente devido à interações gravitacionais entre Io, Europa, Ganimedes e Júpiter. Apesar de que lo sempre apresenta a mesma face para Júpiter, a presença da Europa e Ganimedes faz hesitar um pouco. Essa interação distorce a superfície de Io, que sobe e desce até 100 metros e  gera calor por atrito interno.
Lo em orbita de Júpiter 
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