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Telescópio Hubble 3 será criado para analisar exoplanetas habitáveis

Telescópio Hubble 3 será criado para analisar exoplanetas habitáveis 
 Sistema deve ser capaz de analisar superfícies e atmosferas de planetas distantes até 200 anos-luz da Terra.
 
Um dos principais telescópios de exploração espacial da NASA é o James Webb Space Telescope (também conhecido como Hubble 2.0), que só vai ser lançado em 2013. Apesar de haver a previsão para ótimos resultados nos 10 anos em que o sistema ficará em funcionamento, já existem planos para a criação de uma versão ainda mais poderosa.
Estamos falando do ATLAST (Advanced Technology Large-Aperture Space Telescope), que também pode ser chamado de Hubble 3.0. O nome foi escolhido devido à grande abertura das lentes utilizadas, que devem permitir a captura de imagens e análise de exoplanetas em distâncias muito maiores – fala-se em 200 anos-luz.
Para isso, o ATLAST terá um espelho de 16 metros utilizado em sua lente – quase dez metros maior do que o instalado no James Webb. Além disso, a resolução angular do sistema de captura pode garantir até 10 vezes mais qualidade que a atual geração – e 2 mil vezes mais do que o primeiro Hubble oferecia para a NASA.

 Telescópio Hubble 3 será criado para analisar exoplanetas habitáveis

Exoplanetas

No título desta notícia, dissemos que a NASA pretende analisar a atmosfera e a superfície de exoplanetas habitáveis. Mas o que isso significa? A Agência Espacial Norte-Americana quer descobrir se é possível encontrar vida – ou saber se já existiu vida – em planetas que orbitam estrelas que não sejam o sol. Ou seja, o foco do projeto é conhecer outros sistemas planetários.
Com a potência do novo telescópio espacial, a NASA pretende analisar espectros em busca de qualquer sinal de vida extraterrestre – não necessariamente humanoides em civilizações, mas qualquer manifestação animal, vegetal ou mesmo de bactérias. A previsão é que o ATLAST  seja lançado entre 2025 e 2035, ficando até 20 anos em atividade.
 
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Solo lunar contém subestrutura de água


O solo lunar não é seco! 
Pesquisadores norte-americanos descobriram que o solo que cobre a Lua contém subestruturas de água. A estrutura encontrada foi a hidroxila (OH), que consiste em um átomo de hidrogênio e um de oxigênio (diferente dos dois átomos de hidrogênio presentes na molécula de água). A descoberta foi anunciada por cientistas da Universidade do Tennessee, Universidade do Michigan e do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A teoria é que ela tenha sido criada a partir da corrente constante de partículas vindas do Sol na direção do satélite. Já há cinco anos os cientistas sabiam que a visão de que o solo lunar era seco era errônea, visto que inclusive amostras coletadas pela missão Apollo apresentaram gotas de água congeladas após análise.
Em 2009, a NASA realizou uma colisão de um satélite de observação contra uma cratera no lado oculto da lua, o que resultou na dispersão desse material no espaço. As observações do conteúdo revelaram que ele era rico em pedras de gelo, mas, na ocasião, os pesquisadores não tinham certeza da origem dessa fonte de água.
Grão lunar 
No estudo atual, os cientistas concluíram que partículas de hidrogênio (positivamente carregadas) vindas de ventos solares (que consistem em uma corrente de partículas soltas da atmosfera solar) combinadas com oxigênio na superfície lunar formaram a hidroxila encontrada. De acordo com os cientistas, o solo da Lua contém uma “reserva abundante e não prevista” de hidroxila, água com poeira e rochas quebradas, entre outros materiais.
Porém, ainda de acordo com o professor Youxue Zhang, “o trabalho revela que o componente ‘água’ encontrado trata-se somente de hidroxila, e não de água na forma líquida ou de pedras de gelo, que poderia ser utilizado em uma futura base lunar”. O estudo também indica que pode haver água em Mercúrio e em outros asteroides do Sistema Solar, como o Vesta ou o Eros.
Embora o planeta Terra também seja afetado pelos ventos solares, o campo magnético que o envolve simplesmente os reflete. Isso não acontece na Lua, por exemplo, pois ela não possui tal proteção.
Fonte: UPI e Tecmundo


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Polaris


Polaris: conheça o primeiro robô perfurador lunar
O veículo que você confere na foto acima é o primeiro rover movido a energia solar capaz de perfurar gelo na superfície lunar. O equipamento foi criado por uma companhia chamada Astrobotic, nascida na Universidade Carnegie Mellon, e, ao menos por enquanto, ainda está na fase de protótipo.
A equipe que desenvolve o projeto espera ganhar os US$ 30 milhões que serão oferecidos pelos Google Lunar X Prize, projeto que tem como objetivo estimular os construtores a desenvolverem robôs que possam ser enviados à Lua.
A proposta do equipamento é que ele seja capaz de perfurar até 100 buracos em 10 dias, em busca de depósitos de água. A proposta é explorar vales e cavernas frias, analisando materiais e emitindo sinais acerca de suas descobertas.
Fonte: Tecmundo

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Apollo 17


Insígnia da missão
Apollo 17 foi a sexta e última missão tripulada do Projeto Apollo à Lua, realizada em dezembro de 1972. Foi a única missão que contou com um geólogo profissional em sua tripulação, a missão que mais tempo permaneceu na superfície lunar, o primeiro lançamento noturno de uma missão tripulada norte-americana e a última viagem espacial tripulada realizada por qualquer país para além da órbita terrestre.
Fonte:Wikipedia
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Nebulosa Hélice


Foto: Toda Intrigante Estrutura da Nebulosa Hélice É Revelada.

Uma estrela moribunda ejeta uma grande protuberância cósmica, como pode ser visto na imagem abaixo, que na verdade foi feita a partir de uma combinação de imagens obtidas pelos satélites da NASA Spitzer e GALEX e que foram processadas e integradas no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena. Na morte, as camadas externas e empoeiradas da estrela são reveladas no espaço exterior, brilhando com uma intensa radiação ultravioleta emitida pelo quente núcleo estelar do objeto.

Esse objeto, chamado de Nebulosa da Hélice, localiza-se a 650 anos-luz de distância, na direção da constelação de Aquarius. Também conhecido como seu número de catálogo, ou seja, NGC 7293, esse é um típico exemplo de uma classe de objetos que recebe o interessante nome de nebulosas planetárias. Descoberto no século 18, esse verdadeiro trabalho de arte cósmico, recebeu esse nome intrigante, pois lembrava a aparência dos planetas gigantes gasosos quando eram observados através dos telescópios da época.

As nebulosas planetárias são na verdade a parte remanescente das estrelas que são parecidas com o Sol. Essas estrelas gastam grande parte de suas vidas queimando hidrogênio e transformando em hélio através de massivas reações nucleares que ocorrem em seus núcleos. De fato, esse processo de fusão fornece toda a luz e calor que nós recebemos do nosso Sol. O nosso Sol irá se transformar numa nebulosa planetária quando morrer daqui a aproximadamente cinco bilhões de anos.

Quando o combustível hidrogênio para as reações de fusão acaba, a estrela começa a queimar hélio, até que ele acabe também e a partir daí ela começa a queimar elementos cada vez mais pesados numa mistura de carbono, nitrogênio e oxigênio. Eventualmente, o hélio também irá se exaurir por completo e a estrela morre, ejetando suas camadas externas gasosas e deixando para trás um núcleo, quente, pequeno e denso, chamado de anã branca. A anã branca é uma estrela que tem o tamanho aproximado da Terra, mas com uma massa próxima da estrala original, de fato, para termos uma noção, uma pequena colher de material de uma anã branca pode ter o peso de alguns elefantes.

O brilho de uma nebulosa planetária é particularmente intrigante já que ele aparece de forma surpreendentemente similar em todas as faixas do espectro, desde o ultravioleta até o infravermelho. A Nebulosa da Hélice pode ser reconhecida em qualquer um desses comprimentos de onda, mas quando esses são combinados, como é apresentado na imagem acima, algumas súbitas diferenças podem ser destacadas.

Leia o restante: http://cienctec.com.br/wordpress/index.php/toda-intrigante-estrutura-da-nebulosa-helice-e-revelada/
Toda Intrigante Estrutura da Nebulosa Hélice É Revelada.

Uma estrela moribunda ejeta uma grande protuberância cósmica, como pode ser visto na imagem abaixo, que na verdade foi feita a partir de uma combinação de imagens obtidas pelos satél
ites da NASA Spitzer e GALEX e que foram processadas e integradas no Instituto de Tecnologia da Califórnia em Pasadena. Na morte, as camadas externas e empoeiradas da estrela são reveladas no espaço exterior, brilhando com uma intensa radiação ultravioleta emitida pelo quente núcleo estelar do objeto.

Esse objeto, chamado de Nebulosa da Hélice, localiza-se a 650 anos-luz de distância, na direção da constelação de Aquarius. Também conhecido como seu número de catálogo, ou seja, NGC 7293, esse é um típico exemplo de uma classe de objetos que recebe o interessante nome de nebulosas planetárias. Descoberto no século 18, esse verdadeiro trabalho de arte cósmico, recebeu esse nome intrigante, pois lembrava a aparência dos planetas gigantes gasosos quando eram observados através dos telescópios da época.

As nebulosas planetárias são na verdade a parte remanescente das estrelas que são parecidas com o Sol. Essas estrelas gastam grande parte de suas vidas queimando hidrogênio e transformando em hélio através de massivas reações nucleares que ocorrem em seus núcleos. De fato, esse processo de fusão fornece toda a luz e calor que nós recebemos do nosso Sol. O nosso Sol irá se transformar numa nebulosa planetária quando morrer daqui a aproximadamente cinco bilhões de anos.

Quando o combustível hidrogênio para as reações de fusão acaba, a estrela começa a queimar hélio, até que ele acabe também e a partir daí ela começa a queimar elementos cada vez mais pesados numa mistura de carbono, nitrogênio e oxigênio. Eventualmente, o hélio também irá se exaurir por completo e a estrela morre, ejetando suas camadas externas gasosas e deixando para trás um núcleo, quente, pequeno e denso, chamado de anã branca. A anã branca é uma estrela que tem o tamanho aproximado da Terra, mas com uma massa próxima da estrala original, de fato, para termos uma noção, uma pequena colher de material de uma anã branca pode ter o peso de alguns elefantes.

O brilho de uma nebulosa planetária é particularmente intrigante já que ele aparece de forma surpreendentemente similar em todas as faixas do espectro, desde o ultravioleta até o infravermelho. A Nebulosa da Hélice pode ser reconhecida em qualquer um desses comprimentos de onda, mas quando esses são combinados, como é apresentado na imagem acima, algumas súbitas diferenças podem ser destacadas.


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